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Curso de SEO para jornalistas e redatores 10/3

Programa do Curso de SEO para jornalistas:


Inscreva-se

1. Fundamentos de SEO

O que é, como funciona e quais são os fatores relevantes de ranking do Google que redatores podem e devem conhecer.

2. O ambiente de buscas e seu uso

Nessa parte do curso de SEO para jornalistas e redatores, são apresentadas maneiras de efetuar buscas com precisão no Google e no Bing, buscador da Microsoft. Quais são os elementos exibidos após as buscas, como identificar os códigos e de que maneira isso pode ajudar na rotina em redações online. O participante é convidado a conhecer todos as opções de busca existentes na interface do Google, incluindo ferramentas do próprio buscador e os chamados operadores de busca. Vamos tratar sobre melhores práticas de webwriting e como o jornalismo na Internet mudou o estilo de escrita nas redações sem prejuízo da informação.

3. O Google News

De que maneira o conteúdo exibido na interface de buscas Google News é formatado, quais são as opções de customização de seus resultados, quais são os requisitos técnicos para ser elegível e aparecer nos resultados desse canal. Quais recursos de personalização dos Google News são possíveis e quais são as diferenças entre o Google News na web no Brasil e no exterior. Serão mostradas algumas meta-tags desenvolvidas especificamente para sites de notícias e outras, comuns, que encontram aplicação diferenciada para portais jornalísticos.

O participante do curso de SEO para Jornalistas vai aprender a fazer o Google News realizar o trabalho de filtragem e de notificação de novo conteúdo na web sobre um tema, realizando, assim, o trabalho automático de clipping digital.

4. Palavras-chave

Conceito de palavra-chave, uso apropriado e otimizado desse recurso. Quais ferramentas usar para escolher as palavras-chave mais importantes para o seu site e entendendo de que maneira as pessoas realizam buscas no Google. Vamos aprender a usar com eficiência as tools mais avançadas do Google para a pesquisa por palavras chave.

5. Introdução ao webwriting e webwriting avançado

Como escrever alinhado às dinâmicas de leitura do usuário de mecanismos de pesquisa e como expor o seu conteúdo de forma clara e relevante. Onde posicionar as palavras-chave em títulos e no corpo de texto. Como preencher as opções de resultados de busca elevando as chances de ser clicado. Saiba de que maneira você poderá se beneficiar do comportamento de buscas, ao mesmo tempo em que presta um serviço. Ninguém é obrigado a inserir repetidamente a mesma palavra ao longo do texto. No módulo de webwriting avançado, o participante vai ver técnicas aprimoradas para atrair a atenção do buscador para as pesquisas feitas no Google.

6. Conteúdo adequado para jornais e releases de imprensa otimizados

De que forma redigir um conteúdo que atenda às demandas por informação do leitor e de relevância para o mecanismo de busca. Exemplos do jornalismo brasileiro e internacional bem e mal sucedidos. Apresentação de ferramentas de pesquisa e entendimento dos dados exibidos. Como definir long tails (buscas detalhadas) no Google. Para assessorias de imprensa, serão apresentadas maneiras de usar o Google para fazer um clipping digital.

7. Mitos de SEO – técnicas eu não funcionam mas ainda estão por aí

O que pode ser levado a sério em uma indústria em plena ascensão e que é muitas vezes distorcida por prestadores de serviço inescrupulosos.

8. Redes Sociais e as buscas orgânicas, e como detonar no uso do LinkedIn – a rede mundial de contatos profissionais

Para ilustrar como mídias e redes sociais podem ajudar a destacar o conteúdo publicado usando para tal as ferramentas disponíveis em ambientes de relacionamento digital, as chamadas redes sociais. Usando o bit.ly de forma adequada. Canais de notícias sociais e como detonar no uso do LinkedIn usando os recursos avançados. Atenção: para aproveitar esse módulo, é necessário ter um perfil no LinkedIn. Crie a sua conta no LinkedIn aqui.

Tem mais:

  • História dos sistemas de busca
  • Meta Tags e seu papel no SEO
  • Arquitetura de navegação interna e sua influência na leitura do conteúdo por parte dos buscadores.
  • Palavras chave e quais ferramentas estão disponíveis na web para escolher os termos mais indicados para o site e seu elenco de produtos e serviços.
  • Introdução aos tipos de busca e a lógica de ranqueamento de resultados.
  • SPAM – O que é um site SPAM e saiba reconhecer se, sem querer, você não está comprometendo a qualidade do seu site.
  • A importância dos fatores “localidade” e “idioma” das pesquisas
  • Imagens e vídeos – o participante vai aprender a otimizar esse conteúdo em seu site e aumentar a possibilidade de aparecer em pesquisas por imagens. Irá, também, saber os motivos pelos quais a otimização de imagens pode ajudar no ranking orgânico da busca universal.
  • Conteúdo e webwriting – O que, nos dias de hoje um bom conteúdo?
  • Por que, atualmente, não se recomenda que sites de comercio eletrônico abraçem as descrições dos produtos fornecidos pelos fabricantes?
  • Ferramentas de monitoramento em redes socias – básico
  • De olho no Google Analytics – o que interessa quando o assunto é tráfego de qualidade em portais de notícias?Tabém oferecemos cursos de SEO para redatores in company

Quem ministra

Klaus Junginger ministra o Curso de SEO para Jornalistas

 

 

Klaus Junginger (@computerklaus) é jornalista e escreve sobre o mercado search marketing desde 2009. Foi redator da ComputerWorld e editor do Portal IMPRENSA. Atualmente, comanda a Oficina de SEO para jornalistas e redatores web. Fluente em alemão e em inglês,Klaus tem dezenas de matérias publicadas no exterior sobre o tema SEO e sua relação com a rotina dos jornalistas.

 

 

 

Convidados especiais no curso de SEO para jornalistas

Cristina de Luca participa do Crso de SEO para jornalistas Cristina De Luca (@deluca) é jornalista com Master em Marketing pela PUC do Rio de Janeiro, foi diretora da área de conteúdo portal Terra; editora-executiva da área de conteúdo da Globo.com; editora-executiva da unidade de Novos Meios da Infoglobo, responsável pela criação e implantação do Globo Online e da Agência Globo; gerente de Novas Mídias das revistas Pequenas Empresas Grande Negócios, Galileu, Globo Rural e Auto Esporte, da Editora Globo; gerente digital do Grupo O Dia de Comunicação, onde implantou o portal de voz e editou o caderno de Informática; coordenou a área de Comunicação da ONG Comitê para Democratização da Informática – CDI; co-editou o caderno de Informática de O Globo. É ganhadora do Prêmio Comunique-se em 2005 e 2010 na categoria Jornalista de Tecnologia e hoje trabalha com jornalismo na Direção de Conteúdo da rede de sites Now! Digital. Na pauta, como um jornalista em cargo de liderança analisa o tráfego no portal, de olho no Google Analytics.

 

SMO no curso de SEO para jornalistas com Cléo MorgauseCléo Morgause (@cleomorgause)Trabalha no mercado web desde 2004, com foco em desenvolvimeno de sites. Sou especialista em HTML e CSS, além de conhecimentos em desenvolvimento com jQuery e customização de CMS’s, com destaque no WordPress. Atualmente é SEO do portal de notícias R7 além de atuar na área de otimização de sites para mecanismos de buscas como freelancer e consultora.
Sempre que pode, Cléo frequenta os eventos focados em web, comunicação e desenvolvimento.

As especialiades de Cléo Morgause são: Planejamento de wireframes, usabilidades e acessibilidade, padoes W3C, SEO e SEM, mídias sociais, HTML, CSS, customização de CMS, e-commerce.

Cléo vai ministrar um módulo especial sobre otimização para redes sociais (SMO)

 

 

Quando:

Dia 10 de março das 9h às 18 hs

Onde:

Local: Sala Duomundi ( Rua Coronel Oscar Porto,610 – Vila Mariana – 04003-002) mapa

Investimento e duração:

R$ 490,00 por participante


Inscreva-se

Contato:

11 69534623

email: webjournalism@hotmail.com

Buscas relacionadas - recurso do Google

Google Imagens apresenta buscas relacionadas

Buscas relacionadas - recurso do GoogleO recurso “buscas relacionadas”, comumente apresentado no rodapé das SERPs (páginas de resultados de busca) quando o buscador entende que o termo pesquisado originou mais queries, e que mostra sugestões de pesquisas relacionadas ao termo buscado chega ao Google Imagens. O recurso é uma boa maneire para webwriters descobrirem palavras-chave sugestivas para o conteúdo que escrevem. Às vezes, essas buscas relacionadas dão boas frases para chaves H2, H3 etc. Questão de experimentar =)

De agora em diante, quem efetuar uma pesquisa por imagens no canal do Google, vai ser agraciado com algumas dicas de outras pesquisas que usuários fizeram no Google Imagens.

Veja o que o Google Imagens sugere que seja pesquisado quando efetuada uma busca por Google no Images.google.com.br:

Google Imagens apresenta buscas relacionadas

Mais informações sobre o lançamento desse recurso, no blog oficial do Google.

Twitter anucnia parceria com Yandex - buscador russo

Twitter Realtime – agora no Yandex

Twitter anucnia parceria com Yandex - buscador russoO Twitter e o buscador russo Yandex, assim informa a Reuters, entram em um acordo que permitirá ao buscador exibir tuites nos resultados de busca quase que instantaneamente, a maneira que acontecia com o Google Realtime. Por enquanto, o acesso do Yandex ao firehose (como é chamado o feed)  do Twitter será limitado aos tweets públicos – ufa!, ainda bem… Calcule se o Yandex ou o Twitter resolvem exibir aquelas mensagens privadas!

Com esse acordo entre o buscador e o microblog, serão dois motores de busca a terem acesso aos tweets. O Bing, desde o ano passado já havia fechado com o Twitter e estreava o Bing Social.

De acordo com a nota da agência de notícias Reuters, o diretor de novos negócios do Twitter, Abril Undewood afirmou que “.. queríamos ter certeza de que o conteúdo do Twitter pode estar onde os usuários do Twitter já estão indo”. A afirmação dá a entender que o buscador russo tem aumentado sua participação no share de buscas. Ainda segundo o VP de desenvolvimento do Yandex, Anton Pavlov, o acordo vai “possiblitar às pessoas compartilhar, trocar opiniões e discutir todos os tipos de questões em tempo real o que deve aumentar a relevância dos resultados de pesquisa”.

Na Rússia, o Yandex tem perto de 60% do share de buscas, ao passo que o Google é dono de 25% (um quarto) das buscas realizadas no país.

Ao ser indagado sobre a possibilidade de o Twitter voltar a alimentar as SERPS (páginas de resultados de busca) do Google, Underwood replicou que tudo é possivel, mas , por hora, não teria como afirmar se tal acordo estaria sendo renovado.

Twitter fedd no yandex funciona em URL separada

Atualização

Para acessar o feed de tweets no Yandex, é necessário visitar o endereço twitter.yandex.ru e – aviso aos navigantes que –  além do canal estar inteiro em russo, funciona de maneira precária. Está defasado em alguns meses para perfis brasileiros.

Bruce Clay - entrevista sobre Local Paid Inclusion

Bruce Clay fala sobre SEO e notícias

Bruce Clay - entrevista sobre SEO e JornalismoDepois de quase dois anos na fila de espera por uma oportunidade de entrevistar Bruce Clay, essa possibilidade se concretizou na segunda-feira, dia 13 de fevereiro de 2012, aqui em São Paulo. Por ocasião da abertura da Bruce Clay Brasil empresa no Brasil, pude conversar com o SEO por mais de uma hora.

A entrevista a seguir concentra apenas a conversa inicial sobre a relação do SEO – Search Engine Optimizaton ou otimização para motores de busca, como é conhecida a ferramenta.

Boa leitura!

Klaus Junginger: Alguma vez organizou um treinamento para equipes de notícias?

Bruce Clay: Sim, aliás, vários. Executei vários treinamentos para a Conde Nast, e também realizei diversas sessões para as equipes da CNN.

Acho importante ressaltar que determinadas publicações têm a tendência a serem verticais, não é sempre, mas acontece. Um caso desses foi uma publicação voltada ao mercado automotivo, nesse caso, treinamos redatores.

Sobre redatores digo o seguinte, muitas vezes eles se esquecem do fato de estarem escrevendo para os mecanismos de busca E para pessoas o que os faz serem um tanto eloquentes, ou seja, incrementam os artigos com palavras – às vezes, demais. Em outras ocasiões, percebi que substituem lugares em que deveriam explorar palavras-chave, mas em seu lugar escrevem usando palavras como “eles” ou “a empresa”, quando deveriam colocar as palavras que desejam atacar ou para quais desejam criar relevância. Nos nossos programas de treinamento, damos as informações de como escrever de maneira apropriada para os mecanismo de busca sempre objetivando o ranking.

KJ: E em suas conversas com as esferas gestoras dessas publicações, que percepção estas têm sobre os mecanismos de busca ou sobre o SEO?

BC: Bem, em primeiro lugar, todos os gestores, ou, melhor, quase todos, acreditam que o SEO é importante, mas não sabem o que vem a ser SEO. Sabem que seus concorrentes investem em search e que, para não perder a corrida, também devem atentar para esse recurso. Partem do princípio de que o SEO é semelhante ao PPC (campanhas de links patrocinados), que basta pagar para ter os acessos e não entendem que, no caso do SEO, esse tráfego tem de ser merecido em vez de pago. Outras vezes, acham que o SEO é um processo rápido, algo que aconteça da noite para o dia, sem atentar para o fato de SEO por vezes, levar meses para dar resultados. Ao achar tudo isso, esquecem que a otimização é um processo. Em suma, sabem que precisam, ignoram sua natureza e também ignoram os recursos que essa ferramenta necessita para dar certo.

KJ: E quais os aspectos a serem consertados nos portais que você diagnosticou? O que predomina? Conteúdo ou arquitetura?

BC: Muitas vezes é uma junção dos dois. É comum o conteúdo ser redigido de forma sensacionalista. Vou ilustrar o que digo. Há alguns anos, quando o Tsunami devastou ilhas no pacífico, o título do artigo no The New York Times era “Killer Wave” (onda assassina) – esse era o título da página. Acontece que ninguém realiza buscas por esse termo. As buscas eram, na maioria das vezes, por “Tsunami” ou por “onda Ásia”. Ao escolherem a estrutura de página de forma que considero errada, falo das title-tags, da description e por aí vai, acabaram errando grosseiramente no caso dos mecanismos de busca.

Outra percepção que muitos editores e redatores têm com relação ao conteúdo é que, pelo simples fato de criarem os textos seguindo os preceitos jornalísticos, esse conteúdo é bom e que deve ser disseminado sem critérios. O que fazem nessa hora é dar origem a um volume sem precedentes de conteúdo duplicado. Acaba acontecendo o seguinte: o conteúdo fica distribuído por tantos lugares que nenhum deles vai ser forte o suficiente para ranquear de forma satisfatória. Digamos que a força do conteúdo tenha sido “diluída”. A avaliação da qualidade de um conteúdo, da perspectiva dos algoritmos, acaba beneficiando outros sites que têm maior autoridade para determinadas palavras chave o que deixa o proprietário do material a ver navios caso a autoridade do domínio dele seja menor que do outro site que replica a matéria.

Tem outro aspecto que gostaria de comentar sobre conteúdo. É o que chamamos na indústria de search de “spun content” (conteúdo reescrito para dar impressão de originalidade). Isso acontece normalmente da seguinte maneira: um portal publica uma matéria de boa qualidade, daquelas que trazem muitos leitores. Alguns desses leitores têm seus blogues, e como a matéria fez sucesso, decidem mascarar o furto desse conteúdo reescrevendo o texto com sinônimos e outras palavras, assim, igual uma a maquiagem mesmo. Esse fenômeno foi um dos primeiros a ser “atacados” pelo Panda Update. Então eu deixo uma dica para quem quer produzir conteúdo: escreva da melhor maneira que puder, use as palavras que serão buscadas e não distribua esse conteúdo por vários lugares – concentre a força desse material e gere relevância para a página que o hospeda.

KJ: Mas, Bruce, esse título do NYT pode ser uma estratégia a longo prazo. Me recorda um caso quando um avião caiu dentro da Baía de Hudson, em Nova Iorque, e tanto o Chicago Tribune e o L.A.Times criaram títulos contendo as palavras mais óbvias (avião cai Hudson) e o NYT publicou um título chamado The Hudson-Bay Miracle (Milagre na Baía de Hudson – originalmente essas palavras foram usadas pelo governador do estado em uma entrevista dada à rede de TV MSNBC logo após o ocorrido). Ocorre que Hudson-Bay Miracle é, até hoje, uma palavra-chave de tanto sucesso que ela é completada pelo Google Suggest Monitor. Assim, a primeira impressão que temos é a de uma escolha infeliz de palavras, mas acredito que possa ser uma estratégia, como disse, de longo prazo.

BC: Pode muito bem ser. Acho que acontece assim: as pessoas caminham pela rua e, quando veem algo que é sensacionalista, param, leem e compram o jornal, porque a capa é forte. Mas as pessoas não buscam por títulos sensacionalistas. E como você bem sabe, e se não me engano, a notícia é a seguinte: dos 25 maiores jornais do mundo, 24 amarguraram perda de tráfego que chega aos 50% nos últimos anos. O que vemos, é que sensacionalismo não funciona quando o assunto é busca orgânica. É um escambo. De um lado, você tem menos chances de faturar um prêmio Pulitzer, do outro, tem a chance de faturar com 5 a 6 vezes mais tráfego que seu concorrente.

KJ: Com relação ao que você mencionou sobre o conteúdo duplicado e reescrito, penso que o Google tenta sanar esse problema de duas maneiras. A primeira, com relação ao conteúdo reescrito, é uma parte do algoritmo chamada de LES e a outra são as meta exclusivas para o Google News, a syndication-source e a orignial-source, espécies de rel=canonical. Não vejo nenhuma delas indo a lugar algum. Qual é a sua impressão sobre isso?

BC: Não, não vejo nenhuma delas indo a lugar nenhum. Aliás, não vi nenhum desses microformatos, essas tags proprietárias, como é o caso da rel=author, indo a lugar nenhum. Isso faz parte de um processo que considero histórico. Quando o Google anuncia algo, a adesão é normalmente baixa. O Google espera até que esses recursos sejam adotados em larga escala até implementar alguma relevância para esses recursos. De outra maneira, os únicos a usar essas ferramentas serão os spammers. Então acredito que os microformatos de maneira geral demorem para pegar, isso se pegarem.

KJ: Você acha que é uma boa idéia que empresas de notícias adotem estratégias de tráfego centralizadas em busca virtual?

BC: Não.

KJ: Por quê?

BC: Mesmo que a circulação dos impressos esteja diminuindo acho que é errado colocar todos os ovos no cesto da internet – digo, apostar apenas nesse meio. Há mercados que respondem de maneira positiva aos impressos e essa relação não se concretiza da mesma maneira na web. O impresso é uma excelente maneira de uma publicação se afirmar no mercado, o que precisam fazer é encontrar uma receita para equilibrar os custos enquanto atendem essa fatia de mercado vinculada aos impressos.

O impresso não morreu. Ocasionalmente leio jornais impressos, apesar de encontrar todas as informações de que necessito pela web. O fato de a web bastar para transmitir a informação, não significa que ela deva ser atendida em detrimento das outras formas de comunicação.

Vou sair um pouco dessa questão, pois gostaria de propor um pensamento: O Google, com o passar dos anos, tem se esforçado muito na busca por fontes de confiança para notícias e assim atender às buscas por esse tipo de resultado. Agora temos um ingrediente, melhor uma fonte, em que o Google também vai prestar atenção pela relevância das informações e por sua instantaneidade; falo do Google+. Pensa comigo: o que pode acontecer se o Google, daqui a um ou dois anos, decidir que notícias fazem parte de seu core business? O que isso pode fazer com o segmento jornalístico e cadeias associadas? O Google, certamente, jamais vai lançar um produto impresso… Não vejo como a indústria de notícias pode competir com o Google. Cada vez que fizer login em meu computador, o Google+ estará lá, verei mensagens de meu amigos ou círculos, e receberei um feed de notícias servido diretamente pelo buscador. E, o mais importante, é instantâneo. Se acontecer um terremoto em qualquer lugar do mundo, recebo 20 mensagens dando conta dessa informação. Não preciso mais esperar até que o telejornal dê um flash, ou que um site atualize seu conteúdo para ter acesso a essa informação.

Vejo acontecendo a mesma coisa que víamos com o Google na época do Google Realtime. Acho que temos de nos adaptar ao fato de as notícias começarem a ser muito mais instantâneas e que caberá aos veículos proporcionar uma profundidade editorial, uma análise que esses feeds não conseguem providenciar. Esse fluxo de informações é rápido é “em cima da hora”, mas não consegue traduzir o que o fato em si significa. Penso que esse será para sempre o papel dos veículos de notícias. Sabe, Klaus, os blogs estão em uma zona intermediária. Alguns blogueiros conseguem oferecer uma perspectiva mais elaborada, mas as fontes de confiança, com autoridade para transmitir as informações, esse papel é dos jornais. Sinceramente espero que os jornais resistam à tentação de migrar para o formato 100% digital.

Go Mobile - site de testes para dispositivos mobile da google

GoMo – teste seu site mobile

Quer fazer um exame rapidinho em seu site para ver se está apto para navegação em dispositivos móveis (mobile)? Que tal se esse checklist ainda por cima considerar o core business e os objetivos do site? Melhorou??

Go Mobile - site de testes para dispositivos mobile da googleNão precisa esfregar lâmpada nenhuma, dar meia dúzia de pulos ou fazer promessa para “São Droid” nem “São IOS”, não, não precisa. “São Google” te ajuda. Basta acessar o site GoMo e fazer os testes recomendados.

Como funciona:

Acesse o serviço usando o link na imagem e clique em “Test your site”. A página vai dar um scroll e será exibido um campo para inserção da URL que deseja analisar. Poucos segundos depois, o GoMo vai apresentar uma série de poucas perguntas sobre como você enxerga o conteúdo exibido na pequena tela que emula o visual de um smartphone.

Hands-on!

Rodei o teste usando o…. próprio sita da Google http://www.howtogomo.com/en/#homepage Quer ver os resultados?

sites mobile resultado análise Google A performance do site deixou muito a desejar. Levou quase 37 segundos para carregar ( que por si já faria qualquer um abandonar a tentativa de visitar o portal, right?). Ainda, de acordo com as informações que defini (usei o perfil geração de leads – “lead generation”) e fui obrigado a marcar dois pontos negativos. 1) Não tem telefone na tela principal e 2) Não há informações de localização da empresa. Podem dizer que não é esse o objetivo do site, mas, como veremos adiante, é esse sim, sr!

O GoMo apresenta mais resultados, estes voltados à performance do site, tempo de carregamento, e dicas de como otimizar o conteúdo estão entre os itens do relatório gerado pelo GoMo. Quer ver quais são as recomendações?

Geração de leads (dicas de potenciais clientes):

Como disse um entrevistado meu esses dias e, sinceramente, não é necessário ter mestrado em física quantica para concordar “O negócio da Google é fazer grana”. Então quando disse acima que o GoMo é um portal para geração de leads me referia ao fato de, no canto superior direito, estar exibido um link com texto âncora “build your site”ou “monte o seu site”. O que, assim, de início, parece ser mais uma área de interatividade em que o usuário pode – de fato – montar o próprio site, não passa de uma lista de agências habilitadas pela Google a realizar a programação de sites mobile. Pior, não há nenhuma organização brasileira na lista, clientes do Brasil devem procurar as agências creditadas pela Google.

Se você for de uma agência que realiza esse serviço: liga na Google do Brasil e põe o “mobile” na mesa, afinal de contas, não é só o Google que está nessa para faturar, ou é?

Alex Pelati - AO5 - comenta Local Paid Inclusion

Alex Pelati fala sobre DNS e SEO

Era março de 2009 quando o Google anunciava a criação de um serviço de DNS (Domain Name Server) de cunho público.

Ontem, dia 14/02, a empresa afirmou que esse serviço, muito parecido com um tronco de linhas telefônicas, já estaria repondendo por orientar a chegada de 70 bilhões de requisições por dia. Mas, o qe isso tem a ver com SEO? existe relação entre uma coisa que é manipulável e a performance dos sites na indexação e rotinas associadas?

Para sanar esse tipo de dúvida, realizei um pequeno ping-pong (tipo de entrevista) com Alex Sander Pelati, diretor da Agência AO5. Acompanhe:

ComputerKlaus: como avalia o serviço de DNS oferecido pela google?

Alex Pelati: Pelo que sei, o serviço de DNS oferecido pelo Google diz respeito ao acesso à internet e não ao DNS de hospedagem de sites.

CK: E onde vê a maioria dos problemas ocorrendo com relação às configurações de servidores  DNS?

SEO e Jornalismo Online entrevista Alex Pelati - AO5AP: Os principais problemas de DNS que vejo são os de indisponibilidade e versão.

No caso de indisponibilidade de DNS, normalmente ocorre quando o servidor de hospedagem utilizado apresenta uma latência alta e, com isso, os spiders de busca (agentes que monitoram a publicação de novos conteúdos na web) não recebem uma resposta de DNS e, com isso, não acessam o site. Esse tipo de problema pode remover temporariamente o site dos resultados de busca e, caso o problema demore vários dias para ser solucionado, pode ocorrer uma perda do histórico e de posicionamento. Também, deve-se tomar cuidado na migração de hospedagem do site, para evitar um longo período de indisponibilidade de DNS.

Os problemas de versão se referem à configuração errada do DNS do site, exibindo conteúdos diferentes ao acessar o domínio com e sem o WWW.  Nesse caso, os mecanismos de busca considerarão as versões como domínios distintos e, consequentemente, os backlinks serão divididos entre eles conforme a versão utilizada no link.

CK: Como vê os esforços dos buscadores para sanar esses problemas?

AP: Não vejo muito esforço dos buscadores para resolver esses problemas, pois é algo que independe de suas ações. No máximo, utilizam suas Ferramentas de Webmasters para avisar a ocorrência de algum problema de DNS que esteja impedindo o acesso do robô de rastreamento ao conteúdo do site.

CK: Caso não haja esforço dos mecanismos, diria que é fundamental planejar o DNA ao montar um site e planejar uma indexação eficiente?

AP: Não diria um planejamento profundo, mas deve-se configurar e testar o DNS para se ter certeza que estão apontando corretamente para os arquivos do site.

CK:  existem níveis diferentes de DNS otimizdo ou em time que está indo bem não se mexe? é possível melhorar com alterações em DNS?

AP: Não vejo nada específico para otimização de DNS, mas é importante verificar o tempo de resposta do seu servidor, pois isso afeta diretamente a performance do site.

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